terça-feira, 18 de maio de 2010

Vacinação contra gripe suína acaba na sexta

COOGLE NOTÍCIAS
Folha Online

A três dias do fim da vacinação contra a gripe A (H1N1) --gripe suína--, a meta de imunização de 80% das pessoas ainda não foi atingida para três dos públicos definidos pelo Ministério da Saúde.

Até esta terça-feira, de acordo com o Ministério da Saúde, foram vacinadas 75% das pessoas de 20 a 29 anos, 66% das grávidas, e 27% dos adultos entre 30 e 39 anos.

Ao todo, contando também idosos, pessoas com doenças crônicas e crianças de seis meses a dois anos, já foram aplicadas 57 milhões de doses. A meta é chegar a 70 milhões.

sexta-feira, 19 de março de 2010

País pode ter nova vacina contra febre amarela

São Paulo - A Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores fabricantes mundiais da vacina contra febre amarela, informou ter obtido bons resultados em pesquisas com adultos utilizando uma nova versão do imunizante, que poderá trazer menos reações adversas. Agora haverá testes em crianças.

O laboratório público Biomanguinhos, vinculado à entidade, conseguiu imunizar adultos com uma dose que contém dez vezes menos partículas do vírus vivo atenuado da doença do que o utilizado atualmente - 6 mil partículas contra 60 mil. A informação foi dada por pesquisadores durante o 46.º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que terminou ontem em Foz do Iguaçu.

A vacina contra a febre amarela é necessária hoje na maior parte do País em razão do ressurgimento do vírus entre 2008 e 2009. Como em metade dos casos a doença mata, o imunizante não pode ser dispensado. Entre 2000 e 2008, a frequência de eventos graves foi raríssima no País. A de reações leves, como febre, foi de 0,91 caso por 100 mil, e as neurológicas, graves, de 0,084 por 100 mil vacinados. Porém, com a volta do vírus, o número aumentou - chegou a 56 casos entre 2008 e 2009. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

* do UOL Notícias

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Brasileiros serão vacinados contra gripe suína a partir de março

SOFIA FERNANDES

colaboração para a Folha Online, em Brasília

Atualizado às 14h46.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta terça-feira a estratégia de vacinação contra a gripe A (H1N1 ou gripe suína). A campanha de imunização será dividida em quatro etapas, começando em 8 de março. O Ministério da Saúde estima vacinar 62 milhões de brasileiros para tentar conter a segunda onda da doença, que deve começar no inverno.

Veja o calendário de vacinação contra a gripe A no Brasil
Brasil prepara reforços na rede de saúde para 2ª onda da gripe A
OMS nega conflito ético após críticas a gerenciamento da gripe A
OMS vai rever tratamento dado à pandemia de gripe H1N1
Imunidade contra a gripe A aumenta no hemisfério Sul, diz OMS
Dose única de vacina pode ser eficaz contra gripe A em crianças

O governo vai priorizar trabalhadores da área de saúde envolvidos no atendimento aos pacientes, grávidas, crianças entre seis meses e dois anos de idade, comunidades indígenas e pessoas com doenças crônicas de base (veja lista abaixo). Serão incluídos também adultos saudáveis de 20 a 29 anos. No país, serão 83 milhões de doses, que custaram R$ 1 bilhão. A vacinação será gratuita.

A primeira etapa acontece de 8 a 19 de março e atenderá trabalhadores do serviço de saúde, público e privado, incluindo trabalhadores de limpeza, recepcionistas, enfermeiros, funcionários de laboratórios e médicos. Na primeira fase será incluída também toda a população indígena (com estimativa de 600 mil imunizações).

A segunda etapa vai de 22 de março a 2 de abril. A população com doenças crônicas, exceto idosos, será atendida (não será exigido atestado médico). Pessoas com obesidade de grau 3 (antiga obesidade mórbida), diabetes, doenças hepáticas e renais estão no grupo de doentes crônicos.

Ainda na segunda etapa, crianças com seis meses a dois anos serão vacinados. Para esse caso, são duas meias doses --a segunda, 21 dias após a primeira dose. As grávidas poderão ser vacinadas a partir da segunda etapa, ao longo de toda campanha.

A terceira etapa, que vai de 5 a 23 de abril, atenderá a população saudável de 20 a 29 anos. Brasil, Estados Unidos e Canadá são os únicos países a incluir crianças e adultos saudáveis na campanha. Os outros países seguem a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde), que não considera esses grupos como prioritários.

Idosos (com mais de 60 anos) com doenças crônicas serão vacinados na quarta etapa, que vai de 24 de abril a 7 de maio.

"Estratégia realista"

Serão 36 mil salas de vacina, em todos os Estados. Para receber a vacina, é necessário respeitar os grupos definidos pelo ministério, ir a uma unidade de vacinação, com carteira de vacinação e documento de identidade. A vacina é contraindicada a alérgicos a ovo.

Segundo Temporão, o número de vacinas será o suficiente para atender aos grupos prioritários, com excedente para imprevistos. "A estratégia brasileira é bastante realista, tem forte base científica. Estamos tendo foco bastante claro", afirmou. O ministro declarou que o número de vacinas e o formato da campanha "não saiu apenas da cabeça do ministério" --a comunidade científica e especialistas foram ouvidos, de acordo com Temporão.

Rede privada

Temporão afirmou hoje que a mesma estratégia adotada pela rede pública será recomendada para a rede privada de saúde. Será autorizada a venda da vacina apenas para os mesmos grupos de risco e de idade incluídos na campanha nacional gratuita. Segundo os laboratórios GSK e Sanofi, ainda não há previsão de venda da vacina na rede privada.

Veja a lista de doenças crônicas

- Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
- Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
- Asmáticos (formas graves);
- Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
- Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
- Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
- Diabetes mellitus;
- Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
- Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
- Doença hematológica (hemoglobinopatias);
- Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
- Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
- Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

Fonte: Ministério da Saúde
p(tagline). Com Folha de S.Paulo

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Jovem será vacinado contra gripe suína



15/12 - 11:21 - Agência Estado

Logo Agência Estado

O Ministério da Saúde anunciou ontem que adultos jovens e saudáveis, na faixa dos 20 aos 29 anos, serão vacinados contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, entre março e abril do próximo ano, naquela que deverá ser uma das maiores campanhas de imunização já registradas no País. Entre os idosos, somente os com doenças crônicas, como diabetes e problemas cardíacos (as chamadas comorbidades), deverão receber a imunização.

Já os idosos saudáveis continuarão a receber apenas a vacina contra a gripe sazonal, que já é fornecida todos os anos.

Outra novidade é que indígenas também farão parte do grupo prioritário para a imunização contra a gripe suína. A pasta confirmou ainda que profissionais de saúde, grávidas, pessoas de todas as faixas etárias que apresentem comorbidades e crianças de 6 meses a 2 anos deverão ser priorizadas, conforme vinha anunciando.

Segundo o diretor de Vigilância Epidemiológica do ministério, Eduardo Hage, foram reservadas 83 milhões de doses para a megavacinação, sendo que 50 milhões, o maior quantitativo, para adultos jovens e saudáveis dos 20 aos 34 anos. “Muitos países não ofertaram vacina para essa população”, disse o diretor, durante simpósio sobre a pandemia organizado pelo governo paulista.

Ele explica que os jovens dos 20 aos 29 anos serão necessariamente cobertos em todo o País, mas em cada região a cobertura poderá variar nessa população, chegando aos 34 anos, por exemplo, caso essa faixa demonstre ser vulnerável. Hage destacou ainda que as prioridades foram definidas com base em reuniões científicas com especialistas de todo o mundo e discussões com representantes das principais especialidades médicas.

O diretor disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que os produtores poderiam optar por produzir uma das duas vacinas contra gripe para idosos: trivalente (que protegesse contra o vírus pandêmico da gripe e outros dois circulantes) ou bivalente (sem o vírus pandêmico). A pasta optou pela bivalente para que o Instituto Butantã, principal produtor público do País, pudesse usar as cepas do H1N1 na fabricação da vacina contra a gripe suína para quem corre maior risco.

“A população acima de 60 anos teria imunidade, seja porque os mais idosos tiveram contato anterior com o vírus H1N1 ou pela vacinação sazonal”, alegou. Não foi decidido se os idosos poderão receber as duas vacinas. “Há possibilidade de que uma interfira na outra.” O diretor destacou, no entanto, que a prioridade aos cidadãos que tenham comorbidades permitirá que parte dos idosos seja imunizada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe suína

A vacina Pandemrix criada pelo laboratório britânico GlaxoSmithKline para a gripe suína não poderá ser utilizada nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos acima de 60 anos, anunciou a Swissmedic, autoridade suíça de regulação dos medicamentos.

A Comissão Europeia aprovou no fim de setembro, por recomendação da Agência Europeia de Medicamento (Emea), o uso da Pandemrix para combater a pandemia de gripe A (H1N1) nos 27 países do bloco, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega.

A incerteza foi provocada pelo medicamento coadjuvante AS03 utilizado para a vacina da GlaxoSmithKline.

"Os dados atuais se referem fundamentalmente aos adultos, mas não existe nenhum dado para as mulheres grávidas e os relativos a crianças são insuficientes", afirma a Swissmedic em um comunicado.

"Portanto, a Swissmedic ainda não autorizou a utilização da Pandemrix nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos", completa o texto.

A aprovação "rápida" da Pandemrix, além da Focetria da Novartis e Celvapan do laboratório americano Baxter, foi resultado do fato de que todas elas obtiveram em 2005 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária, H5N1.

Vacinação

O GlaxoSmithKline (GSK) anunciou em 30 de setembro a entrega do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína a diversos governos europeus.

O Reino Unido, país europeu mais afetado pela nova gripe, Espanha e França foram os primeiros a receber a fórmula. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram uma campanha de vacinação em outubro para tentar evitar uma nova onda de gripe no inverno do hemisfério Norte.

A agência europeia recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade.

Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).


domingo, 18 de outubro de 2009

Vírus H1N1 pode ser incluído em vacina contra gripe comum


Por Helena Neves, da Agência Lusa

Lisboa, 18 out (Lusa) ? O vírus da gripe A H1N1 deverá ser incluído na vacina contra a gripe sazonal do próximo ano, segundo o pneumologista Filipe Froes.

"No Hemisfério Sul, que já saiu da época de inverno, já foi determinada qual será a composição da vacina sazonal para 2010 e esta estirpe já vai estar conjuntamente com mais duas", disse o médico à Agência Lusa.

Provavelmente, irá acontecer o mesmo na vacina sazonal para o Hemisfério Norte, destacou, ressalvando que será necessário observar a evolução do vírus durante este inverno.

Sobre o que é previsível acontecer a este vírus, o especialista comentou que "deve acontecer o mesmo que às outras estirpes anteriores".

"Eles entram em circulação na população a nível mundial, provocam taxas de ataque elevadas pela ausência de imunização. À medida que as pessoas vão sendo vacinadas, o vírus não consegue manter o mesmo ritmo de infecção e passará a ser integrado no equilíbrio normal que existe entre os vírus influenza", explicou.

Pedro Simas, pesquisador da Unidade de Patogênese Viral do Instituto de Medicina Molecular, adiantou que, em termos evolutivos, "este vírus, como antigenicamente é mais competitivo do que os dois vírus circulantes sazonais, pode vir a desalojar um dos outros vírus e passa a ser o vírus predominante nos próximos anos".

"Prevê-se que nos próximos anos vá afetar toda a população do mundo e passa a ser um vírus que circula normalmente como um vírus sazonal", explicou à Lusa.

Com o fim do inverno no Hemisfério Sul, foram aprendidas algumas "lições", sobretudo que o "vírus está estável, não sofreu qualquer mutação", adianta o pesquisador.

"O que aprendemos foi que o vírus está estável, não aumentou de virulência e que causa uma gripe, que pode ser complicada nos grupos de risco, como qualquer vírus da gripe, mas que nas pessoas saudáveis não é uma infecção complicada", comentou.

Para o pneumologista Filipe Froes, as pessoas já perceberam que há vários tipos de gripe e já nem confundem a gripe com a constipação, como confundiam antigamente.

"Há nitidamente uma evolução no conhecimento populacional no sentido de que há uma gripe pandêmica, uma gripe sazonal e a constipação", destacou.

Sobre a previsão de como será o comportamento do vírus no Hemisfério Norte, Pedro Simas afirmou que "não há qualquer indicação de que seja diferente daquilo que se previu no início da pandemia, de que afetará cerca de um terço das populações".

Para ele, "se a vacinação for utilizada de uma maneira racional, será uma forma muito útil e eficaz de controlar a disseminação do vírus e a pandemia".

sábado, 19 de setembro de 2009

Crianças com menos de cinco anos tomam vacina contra pólio hoje

UOL Ciência e Saúde

Em São Paulo

A partir das 8h de hoje (19), pais de crianças com menos de cinco anos devem levar seus filhos aos postos de saúde de todo o país para tomar a vacina contra a poliomielite, doença que causa a paralisia infantil. Esta é a segunda fase da campanha de vacinação em 2009, e tanto as crianças que já tomaram a vacina neste ano quanto as que não tomaram devem receber a segunda dose no fim de semana.

Segundo o Ministério da Saúde, a meta é vacinar cerca de 14,7 milhões de crianças - 95% das crianças menores de cinco anos no Brasil. A vacina estará disponível em 115 mil postos em todo o país, que ficam abertos neste sábado até as 17h - é recomendado conferir o horário de vacinação no posto mais próximo. Também é necessário levar a caderneta de vacinação da criança.


VACINA CONTRA A PÓLIO
Marcelo Ximenez/Arquivo Folha Imagem
Quem deve tomar?
Todas as crianças de até cinco anos

Quando?
Sábado, 19 de setembro

O que levar?
Caderneta de vacinação da criança

Onde vacinar?
Em qualquer um dos 115 mil postos de vacinação de todo o país

Por que é importante?
Porque, apesar de a doença já ter sido erradicada no Brasil, o vírus ainda circula no mundo
UOL CIÊNCIA E SAÚDE
A vacina não tem contraindicação, mas se a criança estiver doente ou com febre, a recomendação aos pais ou responsáveis é perguntar ao médico do posto de saúde se ela pode tomar normalmente, alertou o ministério.

A vacina contra a poliomielite é aplicada nas crianças com menos de cinco anos duas vezes por ano, como reforço às vacinas do calendário básico. Toda criança deve tomar uma dose da vacina aos dois meses de idade, outra aos quatro meses e uma terceira aos seis meses. Ela também deve tomar um reforço aos 15 meses, que é complementado com as vacinas das campanhas.

O último caso de pólio registrado no Brasil foi ocorreu no município de Souza (PB), em 1989. De acordo com o ministério, o país recebeu o certificado de erradicação da doença em 1994, mas continua sendo necessário vacinar as crianças porque o vírus ainda circula em países da África e da Ásia. Na Índia, por exemplo, foram notificados 36 casos de poliomielite entre janeiro e abril deste ano, segundo o projeto indiano de vigilância da doença.

Nos Estados
Em São Paulo, a meta da Secretaria de Saúde é vacinar 2,9 milhões de crianças. Para isso, estarão mobilizados 15.994 postos de vacinação fixos e móveis em todo o Estado, que funcionam das 8h às 17h.

Além da vacina contra a poliomielite, também serão oferecidas no dia as vacinas tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e meningite), tríplice viral (para sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite.

Na capital, também há postos de atendimento nos shoppings Boavista, Campo Limpo, Penha e Plaza Sul, das 10h às 17h. A vacinação nestes locais é feita por profissionais da rede pública de saúde.

A meta no Rio de Janeiro é imunizar 1,13 milhão de crianças até cinco anos. Segundo a Secretaria de Saúde, 1,9 milhão de doses estão disponíveis em 3.500 postos fixos e móveis dos 92 municípios fluminenses.

O atendimento é das 8h às 17h e os profissionais dos postos de saúde verificam a caderneta das crianças para checar se elas estão em dia com as vacinas tríplice viral, tetravalente, DTP (contra difteria, tétano e coqueluche), contra a hepatite B e o rotavírus.

A Secretaria de Saúde do Rio avisa que os pais de crianças com problemas imunológicos ou que passaram por transplante de medula óssea devem procurar orientações para a vacinação nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.