Começa na próxima segunda-feira (25) a campanha de vacinação contra a gripe em todo o Brasil. A campanha vai até o dia 13 de maio. Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde quer vacinar 5,5 milhões de pessoas, o que corresponde a 80% dos 6,8 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, crianças a partir de seis meses e menores de dois anos, indígenas e profissionais de saúde do Estado. Pela primeira vez, parte das vacinas foi produzida integralmente no país, pelo Instituto Butantã. As doses da campanha sazonal também irão imunizar a população contra a gripe A H1N1, causador da gripe suína, que se disseminou pelo mundo na pandemia (epidemia de níveis globais) de 2009. Em 2010, já foi realizada campanha contra a chamada gripe suína, mas ela aconteceu em época diferente da sazonal. Neste ano, além dos idosos, que já são imunizados desde 1999, foram incluídos no programa as gestantes, crianças entre seis meses e dois anos e os indígenas A ampliação do público da campanha foi definida pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. Segundo o Ministério da Saúde, a inclusão de crianças e gestantes foi feita com base em estudos epidemiológicos e observação do comportamento das infecções respiratórias. Cada um dos grupos deve tomar apenas uma dose da vacina. A exceção são as crianças de seis meses a dois anos, que receberão duas doses - a segunda aplicação deve ocorrer 30 dias após a primeira. Segundo o governo, o público-alvo da campanha é de quase 30 milhões de brasileiros, mas o objetivo do governo é imunizar ao menos 80% desse total, o que representa 23,8 milhões de pessoas. (R7.Com) | ||||
|
Cientistas americanos descobriram que um dos principais fatores que originam o Mal de Alzheimer É UMA FALHA DO SISTEMA IMUNOLÓGICO que elimina os resíduos da proteína BETA-AMILÓIDE.
Segundo os pesquisadores da Universidade da Califórnia, essa descoberta poderia ajudar no diagnóstico precoce e no tratamento da doença, que é progressiva e incurável.
O fortalecimento do sistema imunológico de cada pessoa pode ser a melhor defesa contra o envelhecimento cerebral e o Mal de Alzheimer, afirmaram os cientistas, em um estudo divulgado nesta sexta-feira pela revista Journal of Alzheimer's Disease.
Os cientistas explicaram que quando o sistema imunológico falha e não pode eliminar os resíduos, estes começam a formar as placas amilóides, principal indício da doença.
Através da análise de amostras de sangue, os pesquisadores descobriram que em pessoas saudáveis as células do sistema chamadas "macrófagos" eliminavam os resíduos de beta-amilóides.
No entanto, em pessoas que já tinham o diagnóstico de Mal de Alzheimer, esses "macrófagos" não faziam sua tarefa de limpeza do sistema.
Segundo Milan Fiala, diretor do estudo, é possível que os MACRÓFAGOS não se liguem aos AMILÓIDES ou que haja um problema na fagocitose (absorção da partícula pela célula).
O problema também poderia aparecer em outras doenças em que acontece uma acumulação de placas amilóides, como nas cardiovasculares, afirmou.
"Se os estudos posteriores demonstrarem que realmente existe este problema de função macrofágica na maioria dos pacientes de Alzheimer, seria possível conceber novas estratégias hormonais ou de fortalecimento do sistema imunológico", disse Fiala.
O Mal de Alzheimer geralmente afeta idosos por volta de 65 anos e começa a se manifestar através das dificuldades de aprendizagem e memória, até degenerar em demência e levar o paciente à morte.
Segundo os pesquisadores da Universidade da Califórnia, essa descoberta poderia ajudar no diagnóstico precoce e no tratamento da doença, que é progressiva e incurável.
O fortalecimento do sistema imunológico de cada pessoa pode ser a melhor defesa contra o envelhecimento cerebral e o Mal de Alzheimer, afirmaram os cientistas, em um estudo divulgado nesta sexta-feira pela revista Journal of Alzheimer's Disease.
Os cientistas explicaram que quando o sistema imunológico falha e não pode eliminar os resíduos, estes começam a formar as placas amilóides, principal indício da doença.
Através da análise de amostras de sangue, os pesquisadores descobriram que em pessoas saudáveis as células do sistema chamadas "macrófagos" eliminavam os resíduos de beta-amilóides.
No entanto, em pessoas que já tinham o diagnóstico de Mal de Alzheimer, esses "macrófagos" não faziam sua tarefa de limpeza do sistema.
Segundo Milan Fiala, diretor do estudo, é possível que os MACRÓFAGOS não se liguem aos AMILÓIDES ou que haja um problema na fagocitose (absorção da partícula pela célula).
O problema também poderia aparecer em outras doenças em que acontece uma acumulação de placas amilóides, como nas cardiovasculares, afirmou.
"Se os estudos posteriores demonstrarem que realmente existe este problema de função macrofágica na maioria dos pacientes de Alzheimer, seria possível conceber novas estratégias hormonais ou de fortalecimento do sistema imunológico", disse Fiala.
O Mal de Alzheimer geralmente afeta idosos por volta de 65 anos e começa a se manifestar através das dificuldades de aprendizagem e memória, até degenerar em demência e levar o paciente à morte.
- EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
