quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Jovem será vacinado contra gripe suína



15/12 - 11:21 - Agência Estado

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O Ministério da Saúde anunciou ontem que adultos jovens e saudáveis, na faixa dos 20 aos 29 anos, serão vacinados contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, entre março e abril do próximo ano, naquela que deverá ser uma das maiores campanhas de imunização já registradas no País. Entre os idosos, somente os com doenças crônicas, como diabetes e problemas cardíacos (as chamadas comorbidades), deverão receber a imunização.

Já os idosos saudáveis continuarão a receber apenas a vacina contra a gripe sazonal, que já é fornecida todos os anos.

Outra novidade é que indígenas também farão parte do grupo prioritário para a imunização contra a gripe suína. A pasta confirmou ainda que profissionais de saúde, grávidas, pessoas de todas as faixas etárias que apresentem comorbidades e crianças de 6 meses a 2 anos deverão ser priorizadas, conforme vinha anunciando.

Segundo o diretor de Vigilância Epidemiológica do ministério, Eduardo Hage, foram reservadas 83 milhões de doses para a megavacinação, sendo que 50 milhões, o maior quantitativo, para adultos jovens e saudáveis dos 20 aos 34 anos. “Muitos países não ofertaram vacina para essa população”, disse o diretor, durante simpósio sobre a pandemia organizado pelo governo paulista.

Ele explica que os jovens dos 20 aos 29 anos serão necessariamente cobertos em todo o País, mas em cada região a cobertura poderá variar nessa população, chegando aos 34 anos, por exemplo, caso essa faixa demonstre ser vulnerável. Hage destacou ainda que as prioridades foram definidas com base em reuniões científicas com especialistas de todo o mundo e discussões com representantes das principais especialidades médicas.

O diretor disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que os produtores poderiam optar por produzir uma das duas vacinas contra gripe para idosos: trivalente (que protegesse contra o vírus pandêmico da gripe e outros dois circulantes) ou bivalente (sem o vírus pandêmico). A pasta optou pela bivalente para que o Instituto Butantã, principal produtor público do País, pudesse usar as cepas do H1N1 na fabricação da vacina contra a gripe suína para quem corre maior risco.

“A população acima de 60 anos teria imunidade, seja porque os mais idosos tiveram contato anterior com o vírus H1N1 ou pela vacinação sazonal”, alegou. Não foi decidido se os idosos poderão receber as duas vacinas. “Há possibilidade de que uma interfira na outra.” O diretor destacou, no entanto, que a prioridade aos cidadãos que tenham comorbidades permitirá que parte dos idosos seja imunizada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe suína

A vacina Pandemrix criada pelo laboratório britânico GlaxoSmithKline para a gripe suína não poderá ser utilizada nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos acima de 60 anos, anunciou a Swissmedic, autoridade suíça de regulação dos medicamentos.

A Comissão Europeia aprovou no fim de setembro, por recomendação da Agência Europeia de Medicamento (Emea), o uso da Pandemrix para combater a pandemia de gripe A (H1N1) nos 27 países do bloco, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega.

A incerteza foi provocada pelo medicamento coadjuvante AS03 utilizado para a vacina da GlaxoSmithKline.

"Os dados atuais se referem fundamentalmente aos adultos, mas não existe nenhum dado para as mulheres grávidas e os relativos a crianças são insuficientes", afirma a Swissmedic em um comunicado.

"Portanto, a Swissmedic ainda não autorizou a utilização da Pandemrix nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos", completa o texto.

A aprovação "rápida" da Pandemrix, além da Focetria da Novartis e Celvapan do laboratório americano Baxter, foi resultado do fato de que todas elas obtiveram em 2005 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária, H5N1.

Vacinação

O GlaxoSmithKline (GSK) anunciou em 30 de setembro a entrega do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína a diversos governos europeus.

O Reino Unido, país europeu mais afetado pela nova gripe, Espanha e França foram os primeiros a receber a fórmula. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram uma campanha de vacinação em outubro para tentar evitar uma nova onda de gripe no inverno do hemisfério Norte.

A agência europeia recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade.

Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

O tratamento precoce com os antivirais Tamiflu ou Relenza pode ajudar a reduzir a gravidade e a duração da infecção, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).


domingo, 18 de outubro de 2009

Vírus H1N1 pode ser incluído em vacina contra gripe comum


Por Helena Neves, da Agência Lusa

Lisboa, 18 out (Lusa) ? O vírus da gripe A H1N1 deverá ser incluído na vacina contra a gripe sazonal do próximo ano, segundo o pneumologista Filipe Froes.

"No Hemisfério Sul, que já saiu da época de inverno, já foi determinada qual será a composição da vacina sazonal para 2010 e esta estirpe já vai estar conjuntamente com mais duas", disse o médico à Agência Lusa.

Provavelmente, irá acontecer o mesmo na vacina sazonal para o Hemisfério Norte, destacou, ressalvando que será necessário observar a evolução do vírus durante este inverno.

Sobre o que é previsível acontecer a este vírus, o especialista comentou que "deve acontecer o mesmo que às outras estirpes anteriores".

"Eles entram em circulação na população a nível mundial, provocam taxas de ataque elevadas pela ausência de imunização. À medida que as pessoas vão sendo vacinadas, o vírus não consegue manter o mesmo ritmo de infecção e passará a ser integrado no equilíbrio normal que existe entre os vírus influenza", explicou.

Pedro Simas, pesquisador da Unidade de Patogênese Viral do Instituto de Medicina Molecular, adiantou que, em termos evolutivos, "este vírus, como antigenicamente é mais competitivo do que os dois vírus circulantes sazonais, pode vir a desalojar um dos outros vírus e passa a ser o vírus predominante nos próximos anos".

"Prevê-se que nos próximos anos vá afetar toda a população do mundo e passa a ser um vírus que circula normalmente como um vírus sazonal", explicou à Lusa.

Com o fim do inverno no Hemisfério Sul, foram aprendidas algumas "lições", sobretudo que o "vírus está estável, não sofreu qualquer mutação", adianta o pesquisador.

"O que aprendemos foi que o vírus está estável, não aumentou de virulência e que causa uma gripe, que pode ser complicada nos grupos de risco, como qualquer vírus da gripe, mas que nas pessoas saudáveis não é uma infecção complicada", comentou.

Para o pneumologista Filipe Froes, as pessoas já perceberam que há vários tipos de gripe e já nem confundem a gripe com a constipação, como confundiam antigamente.

"Há nitidamente uma evolução no conhecimento populacional no sentido de que há uma gripe pandêmica, uma gripe sazonal e a constipação", destacou.

Sobre a previsão de como será o comportamento do vírus no Hemisfério Norte, Pedro Simas afirmou que "não há qualquer indicação de que seja diferente daquilo que se previu no início da pandemia, de que afetará cerca de um terço das populações".

Para ele, "se a vacinação for utilizada de uma maneira racional, será uma forma muito útil e eficaz de controlar a disseminação do vírus e a pandemia".

sábado, 19 de setembro de 2009

Crianças com menos de cinco anos tomam vacina contra pólio hoje

UOL Ciência e Saúde

Em São Paulo

A partir das 8h de hoje (19), pais de crianças com menos de cinco anos devem levar seus filhos aos postos de saúde de todo o país para tomar a vacina contra a poliomielite, doença que causa a paralisia infantil. Esta é a segunda fase da campanha de vacinação em 2009, e tanto as crianças que já tomaram a vacina neste ano quanto as que não tomaram devem receber a segunda dose no fim de semana.

Segundo o Ministério da Saúde, a meta é vacinar cerca de 14,7 milhões de crianças - 95% das crianças menores de cinco anos no Brasil. A vacina estará disponível em 115 mil postos em todo o país, que ficam abertos neste sábado até as 17h - é recomendado conferir o horário de vacinação no posto mais próximo. Também é necessário levar a caderneta de vacinação da criança.


VACINA CONTRA A PÓLIO
Marcelo Ximenez/Arquivo Folha Imagem
Quem deve tomar?
Todas as crianças de até cinco anos

Quando?
Sábado, 19 de setembro

O que levar?
Caderneta de vacinação da criança

Onde vacinar?
Em qualquer um dos 115 mil postos de vacinação de todo o país

Por que é importante?
Porque, apesar de a doença já ter sido erradicada no Brasil, o vírus ainda circula no mundo
UOL CIÊNCIA E SAÚDE
A vacina não tem contraindicação, mas se a criança estiver doente ou com febre, a recomendação aos pais ou responsáveis é perguntar ao médico do posto de saúde se ela pode tomar normalmente, alertou o ministério.

A vacina contra a poliomielite é aplicada nas crianças com menos de cinco anos duas vezes por ano, como reforço às vacinas do calendário básico. Toda criança deve tomar uma dose da vacina aos dois meses de idade, outra aos quatro meses e uma terceira aos seis meses. Ela também deve tomar um reforço aos 15 meses, que é complementado com as vacinas das campanhas.

O último caso de pólio registrado no Brasil foi ocorreu no município de Souza (PB), em 1989. De acordo com o ministério, o país recebeu o certificado de erradicação da doença em 1994, mas continua sendo necessário vacinar as crianças porque o vírus ainda circula em países da África e da Ásia. Na Índia, por exemplo, foram notificados 36 casos de poliomielite entre janeiro e abril deste ano, segundo o projeto indiano de vigilância da doença.

Nos Estados
Em São Paulo, a meta da Secretaria de Saúde é vacinar 2,9 milhões de crianças. Para isso, estarão mobilizados 15.994 postos de vacinação fixos e móveis em todo o Estado, que funcionam das 8h às 17h.

Além da vacina contra a poliomielite, também serão oferecidas no dia as vacinas tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e meningite), tríplice viral (para sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite.

Na capital, também há postos de atendimento nos shoppings Boavista, Campo Limpo, Penha e Plaza Sul, das 10h às 17h. A vacinação nestes locais é feita por profissionais da rede pública de saúde.

A meta no Rio de Janeiro é imunizar 1,13 milhão de crianças até cinco anos. Segundo a Secretaria de Saúde, 1,9 milhão de doses estão disponíveis em 3.500 postos fixos e móveis dos 92 municípios fluminenses.

O atendimento é das 8h às 17h e os profissionais dos postos de saúde verificam a caderneta das crianças para checar se elas estão em dia com as vacinas tríplice viral, tetravalente, DTP (contra difteria, tétano e coqueluche), contra a hepatite B e o rotavírus.

A Secretaria de Saúde do Rio avisa que os pais de crianças com problemas imunológicos ou que passaram por transplante de medula óssea devem procurar orientações para a vacinação nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.

sábado, 29 de agosto de 2009

Novartis diz que vacina para gripe estará disponível em outubro

da Efe, em Genebra

A farmacêutica suíça Novartis informou hoje que entregará as primeiras doses de sua vacina contra a nova gripe em outubro, após ter conseguido desenvolver, em parte, um processo mais rápido que os tradicionais para produzi-la.

Leia a cobertura completa sobre a pandemia de gripe suína
OMS diz que 40% dos mortos são adultos com boa saúde
Gripe suína atinge mais de 200 mil; metade está nas Américas
Dois terços dos americanos querem tomar vacina contra gripe suína

A colocação em circulação das vacinas foi anunciada pelo chefe da Divisão de Vacinas e Diagnósticos da Novartis, Andrin Oswald, que disse que o lucro a ser obtido pela companhia com as vendas será limitado.

Entrevistado pelo jornal "Basler Zeitung", Oswald disse que este processo é delicado e requer grandes investimentos, de modo que o lucro será limitado enquanto a pandemia se mantiver nos níveis moderados atuais.

A Novartis recebeu pedidos de diversos países para fornecer milhões de doses da vacina quando estiver pronta.

A francesa Sanofi-Pasteur, a britânica GlaxoSmithKline, a americana Baxter e a suíça Novartis são as quatro farmacêuticas que estão elaborando a vacina contra a nova gripe.

Os estudos sobre a vacina durarão até 2010, mas sua distribuição começará este outono (hemisfério norte).

França e Reino Unido foram os primeiros países a receber doses de vacinas para a nova gripe, mas as autoridades sanitárias de cada país ainda devem dar sinal verde e aprovar o início da vacinação, prioritariamente de grupos de risco.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Vacina contra pneumonia entra no calendário brasileiro

Rio de Janeiro - A partir de 2010 a vacina que previne otite média, pneumonia e meningite bacterianas fará parte do calendário de vacinação infantil das crianças menores de um ano.

O Programa Nacional de Imunizações oferecerá 13 milhões de doses a 3,2 milhões de bebês. Nas clínicas particulares, que já dispõe da vacina, o custo é de cerca de R$ 500. São necessárias três a quatro doses para garantir uma taxa de imunização de 80% a 85% contra essas doenças.

Estima-se que com a vacinação em massa nessa faixa etária, possam ser evitadas cerca de 1.500 mortes de crianças por ano. No Brasil, o pneumococo causa cerca de 1.500 casos de meningite, 20 mil hospitalizações por pneumonia e mais de 3 milhões por otite média aguda por ano.

A oferta da vacina será possível graças a um acordo de transferência tecnológica assinado hoje entre a fabricante, a Glaxo SmithKline, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Serão cinco etapas até que o País tenha o domínio completo da tecnologia, o que deve acontecer em 2017. Na primeira etapa de transferência tecnológica, que começa no ano que vem, a Fiocruz envasará e fará o controle de qualidade das vacinas.

O Ministério da Saúde está investindo R$ 400 milhões na compra das 13 milhões de doses do imunobiológico necessárias para vacinar todas as crianças menores de um ano em 2010. O custo por dose é de R$ 31, o que equivale a um gasto de R$ 124 na imunização de cada bebê. Em contrapartida, a GSK investirá cerca de R$ 92,4 milhões na Fiocruz, em um acordo para o desenvolvimento de vacinas contra a dengue, malária e o aperfeiçoamento da de febre amarela, que já é produzida pela fundação.

* do UOL Notícias

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Glaxo inicia testes de vacina contra a gripe suína em humanos

da Folha Online

A empresa farmacêutica GlaxoSmithKline anunciou nesta sexta-feira o início dos testes da vacina para gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- em seres humanos.

A farmacêutica informou que irá comunicar as autoridades governamentais, já no mês que vem, os primeiros resultados de testes que ocorrerão na Alemanha entre 128 pessoas com 16 a 60 anos.

Outras duas gigantes do setor, a Novartis AG e a Sanofi-Aventis SA, começaram a testar produtos similares no começo deste mês.

Em julho passado, a australiana CSL afirmou ter começado seus testes, naquele país.

Conforme a empresa, serão realizados 16 testes clínicos em mais de 9.000 pessoas --entre crianças, adultos e idosos-- em países da Europa e da América do Norte.

Na Europa, serão testadas vacinas com um componente químico que prolonga o princípio ativo e que auxilia a resposta do sistema imunológico.

No Canadá e nos Estados Unidos estão sendo testadas doses com e sem o componente.

Por enquanto, nenhum país licenciou produtos com o tal componente, pois a segurança para grávidas e crianças --dois dos grupos de risco para contágio de gripe suína-- ainda é incerta.

Os dados serão compartilhados com instituições reguladoras do setor para que elas possam decidir o quanto antes sobre sua licença.

"Esperamos enviar nossas primeiras doses já em setembro", disse a porta-voz da Glaxo, Alexandra Harrison.

Tanto a Europa quanto os Estados Unidos terão um sistema rápido de aprovação da vacina contra gripe suína, para garantir que ela chegue ao mercado logo --e antes de alguns testes de segurança.

A Agência Europeia para Remédios informou que pode aprovar a vacina em um prazo de cinco dias.

Segundo a porta-voz, a Glaxo terá atendido quase todos os pedidos recebidos --que somam 291 milhões de doses-- antes do final deste ano ou, no mais tardar, no começo de 2010.

Ela será a principal fornecedora do Reino Unido, segundo Liam Donaldson, chefe da autoridade britânica no setor de saúde.

Aos Estados Unidos, a Glaxo irá fornecer US$ 250 milhões em ingredientes para a produção da vacina.

A Glaxo ainda promete doar 50 milhões de doses da nova vacina para a OMS (Organização Mundial de Saúde), que irá doá-las a países pobres.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1.

Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.

Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

Com Reuters e Associated Press