sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Bebê toma vacina vencida em policlínica de Cuiabá, denuncia pai (Postado por Danuza Peixoto)

Pai relatou que filho foi vacinado com vacina vencida em novembro.
Funcionária foi advertida e lote com doses vencidas foi recolhido.


Do G1 MT

Um bebê de dois meses tomou uma dose de uma vacina vencida em uma policlínica de Cuiabá (MT). A denúncia foi feita pelo supervisor de vendas Moacir Pinheiro, pai do menino. Ele contou que ficou assustado quando olhou no rótulo da vacina e viu que o produto estava vencido desde novembro.
A Secretaria de Saúde Municipal informou, por meio da assessoria de imprensa, que a funcionária que vacinou o bebê foi advertida. Ainda segundo assessoria, o lote com as vacinas vencidas já foi retirado de circulação e não está mais à disposição na policlínica no bairro CPA 1, na capital do estado.
Além de preocupado com a saúde do filho, Pinheiro ficou indignado com a situação. “Como uma pessoa pode dar uma vacina vencida?”, questionou. Ele explicou que levou o filho para ser vacinado contra o rotavírus - que protege contra infecções no intestino - no dia 5 de dezembro deste ano. Mas ele observou que a vacina estava vencida desde o mês passado, conforme constava na embalagem do produto. Ele contou que foi até a policlínica e questionou os funcionários sobre a validade do produto, mas recebeu não ficou convencido com as respostas.
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    “Eles falaram para mim que não tinha nenhum problema, que a vacina tem uma duração de até seis meses. Foi aí que eu tomei um outro susto. Se a vacina tem uma data de validade, porque naquele dia ela não poderia mais ser consumida”, comentou o pai.
    A pediatra Sandra Monteiro disse que não se recomenda fazer a vacinação fora da data de validade, porque isso poderia reduzir a eficácia da dose. Ela comentou ainda que os pais observar o bebê nos próximos dias. Ainda segundo a médica, a criança não deve receber uma nova dose da vacina rotavírus, que é considerada bastante segura. Sobre a postura dos funcionários da policlínica, ela observou que os profissionais devem sempre prestar atenção a data de validade do produto.
    bebe que tomou dose de vacina estraga em cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)Pai comemorou que o filho não sofreu reações após receber vacina vencida (Foto: Reprodução/TVCA)

    quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

    Cientistas desenvolvem vacina contra a Ébola


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    Cientistas desenvolvem vacina contra a Ébola

    RTP - 
    Cientistas norte-americanos desenvolveram uma vacina que protege eficazmente 8 em cada 10 ratos do laboratório contra uma forma letal do vírus Ébola, a febre que mata mais de 90 por cento das pessoas que infecta. É a primeira vacina a mater-se viável a ...

    terça-feira, 18 de outubro de 2011

    Cientistas divulgam avanço em vacina contra a malária Imunização protege 'de forma adequada' contra a doença. No entanto, ela não é eficaz o suficiente para garantir erradicação. Da Reuters Comente agora Uma vacina experimental reduziu pela metade a incidência da malária entre crianças africanas envolvidas em um teste de grande escala, e provavelmente se tornará o primeiro medicamento preventivo a ser usado contra essa doença letal. Os dados do estágio final do teste, divulgados nesta terça-feira (18) pelo laboratório GlaxoSmithKline, mostraram que a vacina protegia de forma adequada contra a malária, inclusive os casos graves, em bebês de 5 a 17 meses na África, onde a doença, transmitida por mosquitos, mata centenas de milhares de crianças por ano. 'Esses dados nos deixam prestes a termos a primeira vacina mundial para a malária', disse Andrew Witty, executivo-chefe do laboratório britânico que desenvolveu a vacina em conjunto com a ONG Path -- Iniciativa da Vacina da Malária (MVI, na sigla em inglês). Mas Witty e outros especialistas salientaram que a vacina, conhecida como RTS,S ou Mosquirix, não levará a uma rápida erradicação da doença. Ela é menos eficaz contra a malária do que outras vacinas contra infecções comuns, como a pólio e o sarampo. 'Desejaríamos que pudéssemos erradicar (a malária), mas acho que (a vacina) vai contribuir para controlar a malária ao invés de erradicá-la', disse à Reuters Tsiri Agbenyega, pesquisador-chefe dos testes com a RTS,S em Gana, durante uma conferência sobre a doença em Seattle. A malária é endêmica em mais de cem países, e matou 781 mil pessoas em 2009, segundo a Organização Mundial da Saúde. Medidas de controle, como o uso de mosquiteiros tratados com inseticidas, aspersões domésticas de inseticidas e o uso combinado de determinados remédios, contribuíram nos últimos anos para uma redução na incidência da doença e na mortalidade, mas especialistas dizem que é vital obter uma vacina efetiva. Os novos dados, apresentados na conferência do Fórum da Malária da Fundação Bill & Melinda Gates, e publicados simultaneamente na revista New England Journal of Medicine, foram os primeiros da fase 3 (estágio final) do teste clínico realizado em 11 localidades de sete países da África Subsaariana. O teste continua, mas os pesquisadores que analisaram os dados das primeiras 6.000 crianças concluíram que, após 12 meses de acompanhamento e três doses da RTS,S, a incidência da malária clínica diminuiu 56 por cento nas crianças, e os casos severos tiveram queda de 47 por cento. 'Estamos muito felizes com os resultados. Nunca estivemos mais próximos de termos uma vacina bem sucedida contra a malária', disse Christian Loucq, diretor da Path-MVI, que também esteve na conferência. Ele acrescentou que o uso disseminado de mosquiteiros sobre as camas -- adotadas por 75 por cento dos participantes -- indicou que a RTS,S pode garantir uma proteção significativa em conjunto com outros métodos existentes de controle da doença. Os resultados em bebês de 6 a 12 semanas devem sair dentro de um ano e, se tudo correr bem, a GSK acredita que a vacina chegaria ao mercado em 2015. PREÇO DE CUSTO Mas levar o produto até as crianças africanas exigirá um esforço concentrado por parte dos financiadores internacionais, como a Fundação Gates, que bancou parte da pesquisa. Especialistas dizem que, para ser viável, a vacina precisará ser barata. Gates disse que os resultados foram um 'grande marco' na luta contra a malária. saiba mais EUA conduzem primeiro teste em humanos de vacina contra malária Malária está perto de ser erradicada em um terço dos países, diz OMS Witty recusou-se a dizer se o tratamento com três injeções poderá sair a menos de dez dólares, mas afirmou que a RTS,S será oferecida ao menor custo possível. A empresa havia dito anteriormente que cobraria apenas o preço de custo, mais um adicional de 5 por cento a ser reinvestido em pesquisas com doenças tropicais. 'Não vamos ganhar nenhum dinheiro com este projeto', disse Witty. Mesmo assim, as ações da Agenus, pequena parceira norte-americana de biotecnologia da GSK que fabrica um componente da vacina, tiveram alta de 40 por cento depois da divulgação dos resultados positivos. A malária é causada por um parasita transmitido pela saliva dos mosquitos. A vacina RTS,S é acionada quando o parasita entra na corrente sanguínea humana, depois da picada do mosquito. Ao estimular uma reação imunológica, ela pode evitar que o parasita amadureça e se multiplique no fígado. Sem essa reação imunológica, o parasita volta para a corrente sanguínea e contamina os glóbulos vermelhos, causando febre, dores no corpo e eventualmente a morte. Joe Cohen, um dos inventores da RTS,S, disse que os dados são robustos e consistentes com testes anteriores, que também mostraram uma eficácia em torno de 50 por cento. Os efeitos colaterais, incluindo febre e inchaço na área da injeção, foram semelhantes em crianças que receberam a RTS,S e um placebo. Cohen, que há 24 anos desenvolve essa vacina, se disse 'muito orgulhoso do que conseguimos.' Alguns comentaristas externos foram cautelosos sobre o potencial da vacina -- os sanitaristas geralmente esperam que uma vacina tenha eficácia superior a 80 por cento --, mas disseram que se trata de uma invenção importante, que deve salvar muitas vidas. 'Provavelmente ainda não chegamos lá, mas é realmente um avanço importante nas ciências', disse à Reuters em Seattle Peter Agre, diretor do Instituto Johns Hopkins de Pesquisa da Malária e ganhador do Prêmio Nobel (2003). Em artigo na revista New England Journal of Medicine, Nicholas White, da Universidade Mahidol, da Tailândia, afirmou que 'está ficando cada vez mais claro que de fato temos a primeira vacina efetiva contra uma doença parasitária em humanos.'

    Imunização protege 'de forma adequada' contra a doença.


    No entanto, ela não é eficaz o suficiente para garantir erradicação.
    Da Reuters
    Uma vacina experimental reduziu pela metade a incidência da malária entre crianças africanas envolvidas em um teste de grande escala, e provavelmente se tornará o primeiro medicamento preventivo a ser usado contra essa doença letal.
    Os dados do estágio final do teste, divulgados nesta terça-feira (18) pelo laboratório GlaxoSmithKline, mostraram que a vacina protegia de forma adequada contra a malária, inclusive os casos graves, em bebês de 5 a 17 meses na África, onde a doença, transmitida por mosquitos, mata centenas de milhares de crianças por ano.
    'Esses dados nos deixam prestes a termos a primeira vacina mundial para a malária', disse Andrew Witty, executivo-chefe do laboratório britânico que desenvolveu a vacina em conjunto com a ONG Path -- Iniciativa da Vacina da Malária (MVI, na sigla em inglês).
    Mas Witty e outros especialistas salientaram que a vacina, conhecida como RTS,S ou Mosquirix, não levará a uma rápida erradicação da doença. Ela é menos eficaz contra a malária do que outras vacinas contra infecções comuns, como a pólio e o sarampo.
    'Desejaríamos que pudéssemos erradicar (a malária), mas acho que (a vacina) vai contribuir para controlar a malária ao invés de erradicá-la', disse à Reuters Tsiri Agbenyega, pesquisador-chefe dos testes com a RTS,S em Gana, durante uma conferência sobre a doença em Seattle.
    A malária é endêmica em mais de cem países, e matou 781 mil pessoas em 2009, segundo a Organização Mundial da Saúde.
    Medidas de controle, como o uso de mosquiteiros tratados com inseticidas, aspersões domésticas de inseticidas e o uso combinado de determinados remédios, contribuíram nos últimos anos para uma redução na incidência da doença e na mortalidade, mas especialistas dizem que é vital obter uma vacina efetiva.
    Os novos dados, apresentados na conferência do Fórum da Malária da Fundação Bill & Melinda Gates, e publicados simultaneamente na revista New England Journal of Medicine, foram os primeiros da fase 3 (estágio final) do teste clínico realizado em 11 localidades de sete países da África Subsaariana.
    O teste continua, mas os pesquisadores que analisaram os dados das primeiras 6.000 crianças concluíram que, após 12 meses de acompanhamento e três doses da RTS,S, a incidência da malária clínica diminuiu 56 por cento nas crianças, e os casos severos tiveram queda de 47 por cento.
    'Estamos muito felizes com os resultados. Nunca estivemos mais próximos de termos uma vacina bem sucedida contra a malária', disse Christian Loucq, diretor da Path-MVI, que também esteve na conferência.
    Ele acrescentou que o uso disseminado de mosquiteiros sobre as camas -- adotadas por 75 por cento dos participantes -- indicou que a RTS,S pode garantir uma proteção significativa em conjunto com outros métodos existentes de controle da doença.
    Os resultados em bebês de 6 a 12 semanas devem sair dentro de um ano e, se tudo correr bem, a GSK acredita que a vacina chegaria ao mercado em 2015.
    PREÇO DE CUSTO
    Mas levar o produto até as crianças africanas exigirá um esforço concentrado por parte dos financiadores internacionais, como a Fundação Gates, que bancou parte da pesquisa. Especialistas dizem que, para ser viável, a vacina precisará ser barata.
    Gates disse que os resultados foram um 'grande marco' na luta contra a malária.
    Witty recusou-se a dizer se o tratamento com três injeções poderá sair a menos de dez dólares, mas afirmou que a RTS,S será oferecida ao menor custo possível.
    A empresa havia dito anteriormente que cobraria apenas o preço de custo, mais um adicional de 5 por cento a ser reinvestido em pesquisas com doenças tropicais. 'Não vamos ganhar nenhum dinheiro com este projeto', disse Witty.
    Mesmo assim, as ações da Agenus, pequena parceira norte-americana de biotecnologia da GSK que fabrica um componente da vacina, tiveram alta de 40 por cento depois da divulgação dos resultados positivos.
    A malária é causada por um parasita transmitido pela saliva dos mosquitos. A vacina RTS,S é acionada quando o parasita entra na corrente sanguínea humana, depois da picada do mosquito. Ao estimular uma reação imunológica, ela pode evitar que o parasita amadureça e se multiplique no fígado.
    Sem essa reação imunológica, o parasita volta para a corrente sanguínea e contamina os glóbulos vermelhos, causando febre, dores no corpo e eventualmente a morte.
    Joe Cohen, um dos inventores da RTS,S, disse que os dados são robustos e consistentes com testes anteriores, que também mostraram uma eficácia em torno de 50 por cento. Os efeitos colaterais, incluindo febre e inchaço na área da injeção, foram semelhantes em crianças que receberam a RTS,S e um placebo.
    Cohen, que há 24 anos desenvolve essa vacina, se disse 'muito orgulhoso do que conseguimos.'
    Alguns comentaristas externos foram cautelosos sobre o potencial da vacina -- os sanitaristas geralmente esperam que uma vacina tenha eficácia superior a 80 por cento --, mas disseram que se trata de uma invenção importante, que deve salvar muitas vidas.
    'Provavelmente ainda não chegamos lá, mas é realmente um avanço importante nas ciências', disse à Reuters em Seattle Peter Agre, diretor do Instituto Johns Hopkins de Pesquisa da Malária e ganhador do Prêmio Nobel (2003).
    Em artigo na revista New England Journal of Medicine, Nicholas White, da Universidade Mahidol, da Tailândia, afirmou que 'está ficando cada vez mais claro que de fato temos a primeira vacina efetiva contra uma doença parasitária em humanos.'

    domingo, 9 de outubro de 2011


    CIENTISTAS ESTUDAM DESENVOLVER VACINA CONTRA MALES DA VELHICE

    Imunização controlaria vírus contraído por pessoas idosas que acelera o envelhecimento do sistema imunológico

    Diversos cientistas estão desenvolvendo uma vacina que tem como objetivo conter o envelhecimento do sistema imunológico, disseram nesta segunda-feira (27) especialistas presentes ao primeiro congresso europeu sobre pesquisa da velhice, em Innsbruck, Áustria.
    Cerca de 70% da população está infectada pelo CITOMEGALUSVIRUS, que é contraído com uma idade muito avançada, e que acelera o envelhecimento do sistema imunológico, explicou em entrevista coletiva Beatrix Grubeck-Loebenstein, diretora do Instituto de Biomedicina para Estudos do Envelhecimento de Innsbruck.
    Embora costume passar despercebido, esse vírus faz com que as pessoas afetadas fiquem doentes mais facilmente, e tenham um estado de saúde mais delicado que o de pessoas comuns.
    Além disso, diminui a expectativa de vida, já que seus portadores têm que lutar desde a juventude contra a doença, prejudicando desta forma sua imunidade. No entanto, esta infecção pode ser remediada com uma vacina, segundo afirmou a pesquisadora.
    Segundo o reitor da Universidade de Medicina de Innsbruck, Clemens Sorg, a ciência não aspira prolongar a vida humana, mas reduzir os períodos de doença, de modo que os pacientes possam viver com maior qualidade os anos de velhice.
    Os cientistas conseguiram, por meio da engenharia genética, prolongar a vida dos nematodos, vermes que vivem até cinco vezes mais que o normal, o que, aplicado no homem, significaria uma vida de 500 anos.
    Os resultados da pesquisa se devem ao trabalho do cientista Thomas E. Johnson, da Universidade do Colorado, um dos oradores de maior destaque no congresso, que dura até o dia 30 de novembro.

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    quinta-feira, 6 de outubro de 2011


    Anticorpos descobertos podem gerar vacina eficiente contra Aids


    REDAÇÃO DO DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
    18/08/2011 | 10h52 | Pesquisa



    O isolamento de 17 anticorpos contra o HIV por uma equipe americana de pesquisadores traz novas possibilidades para a produção de um vacina eficiente contra a doença. Os novos anticorpos são capazes de neutralizar um grande espectro de variantes do HIV, enquanto alguns deles bloquearam a infecção das células de 10 até 100 vezes mais eficiência do que anticorpos neutralizantes descobertos anteriormente, relataram os pesquisadores na última edição da revista científica "Nature".
    "Devido à variabilidade notável do HIV, uma vacina eficiente contra o vírus provavelmente terá que provocar anticorpos neutralizantes", disse Dennis Burton, professor de imunologia e ciência microbiana, e do instituto de pesquisas The Scripps, em La Jolla, nos Estados Unidos. "É por isso que esperamos que esses novos anticorpos se mostrem ativos valiosos para o campo de pesquisa contra a Aids".
    Da Agência O Globo

    quarta-feira, 5 de outubro de 2011


    2. ALHO AUMENTA A IMUNIDADE



    Rico em componentes que ativam o sistema imunológico e combatem vírus, bactérias e fungos que causam infecções, o alho pode agir como coadjuvante no tratamento de resfriados, gripes e aftas, por exemplo.


     "Além disso, graças aos compostos fitoquímicos (alicina e ajoeno), o alimento ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue e tem ação antioxidante importante no controle do câncer", afirma o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. 


    Seus compostos ainda inibem a produção do mau colesterol e impedem a arteriosclerose - o espessamento da parede das artérias causado pelo depósito de gorduras. 


    Para colher os benefícios, o médico sugere a ingestão diária de 600 a 900 miligramas de alho cru amassado (um dente grande ou dois pequenos).



    7 alimentos que prolongam a vida



    A fórmula da juventude pode ser servida à mesa. 

    Com benefícios comprovados, estes poderosos 

    nutrientes vão ajudá-la a melhorar a saúde e 

    redobrar a disposição e o bem-estar. 


    Bom apetite!



    CONFIRA, CLICANDO NO SEGUINTE LINK: